domingo, 28 de agosto de 2016

104 anos... Ah tá!


Mais que o futebol, Olimpíada é fonte de sentimentos opostos.

O mestre Tostão vira e mexe bate nesta tecla: o futebol serve pra comprovar tantas teses que, no final, não serve pra comprovar tese nenhuma. A mesma pessoa que na vitória apregoa que ganhamos porque fomos todos pro ataque reclama, na derrota, que perdemos porque fomos todos pro ataque.

Além das questões técnicas, várias visões de mundo se escondem por trás do ludopédio: "Qualquer pelada é de uma complexidade shakespeariana", dizia Nelson Rodrigues -e há quem ache a complexidade mais pra brechtiana, pra melodrama hollywoodiano, tragédia grega ou esquete do Monty Python-, vide a gloriosa dancinha do levantador de peso de Kiribati.

Já discuti com mais de uma pessoa por afirmar que prefiro a derrota de 1982 à vitória de 1994. Se o futebol valesse alguma coisa, digamos, a paz na Terra ou o fim da fome na África, eu seria Zagallo e Parreira até o último fio de cabelo, mas ele só vale pela graça do jogo. Jogar feio pra ganhar de 1 a 0 é um pouco como passar a vida toda sem carne nem doce nem cerveja pra deixar, aos 104 anos, um saudabilíssimo cadáver.

Se o futebol já dá argumentos para gregos e troianos, o que dizer de uma Olimpíada? É como um saco de provérbios. Um dia você assiste ao pódio do Diego -"quem espera sempre alcança"- Hypolito (depois de cair de bunda, em 2008, e de cara, em 2012), e, no outro, à vitória do Thiago -"quem não arrisca não petisca"- Braz (subindo o sarrafo na final).

O grande corredor americano Steve Prefontaine dizia que não vencia por ser melhor do que os outros, mas por aguentar a dor como ninguém. A gente ouve isso e fica embevecido, repetindo o mantra da modernidade: qualquer um consegue qualquer coisa, basta se esforçar bastante. Aí vê o Bolt sorrindo e desacelerando no final das corridas e pensa o contrário: as pessoas nascem destinadas a serem o que são, é tudo genética, talento é um troço aleatório, não há muito o que fazer.

Robson Conceição foi desclassificado na primeira luta nas duas últimas Olimpíadas. Treinou, amadureceu, ganhou. Me comovo e penso que o mundo é justo. Mas aí a seleção feminina de vôlei perde pra China e penso, não, não, a vida é injusta, é preciso aceitar.

"O esforço vale a pena", "O esforço é inútil", "Yes, we can!", "No, we can't", são todas ideias contraditórias, mas não autoexcludentes. As coisas são e não são, já disse alguém por aí, não sei se Caetano, Heidegger ou Didi Mocó -todos têm suas verdades, não têm?

Até o fato de a Olimpíada no Rio ter dado tão certo, apesar das nossas mais do que justificadas expectativas, me traz sentimentos opostos. Meu lado otimista diz: viu só? Não somos destinados ao fracasso, quando a gente quer fazer uma coisa direito, a gente vai lá e faz. Aí entra o lado pessimista: o Brasil não é uma tragédia porque a gente não consegue resolver os problemas, ele é uma tragédia porque a gente não quer resolvê-los.

E, para não terminarmos esta última crônica olímpica com um travo na boca, afinal, Olimpíada, pra mim, é um acontecimento tão bonito como a seleção de 1982, deixo vocês com a incrível dancinha de Kiribati. A todos, um bom domingo.

Texto de Antonio Prata

104 anos... Ah tá!




104 anos... Ah tá!



domingo, 23 de junho de 2013

O Brasil acorda




O sábado foi mais um dia de protestos em várias cidades brasileiras e também no exterior, caso de Paris.

Veja mais aqui .




O Brasil acorda



Ah mãe ! ! !

Só mais cinco minutos...



sexta-feira, 6 de julho de 2012

NBA





As atrizes pornôs Sara Jay e Angelina Castro fizeram uma promessa no Twitter: se o Miami Heat, equipe do astro LeBron James, vencesse o título da NBA elas fariam sexo oral coletivo e gratuito a fim de agradar aos torcedores do time da Flórida


Bem, o Heat foi campeão.... E agora elas querem pagar a promessa. Só que a direção da liga profissional de basquete dos EUA quer melar na Justiça o pagamento da dívida que Sara e Angelina têm com a torcida, informou o site "BSO". 



As estrelas dos filmes adultos criaram um site em que explicam as regras para os candidatos ao sexo oral gratuito. Os torcedores têm que ser seguidores das atrizes no Twitter, exibir camisa do Heat e passar por inspeção de higiene. Eles podem usar máscara e é proibido filmar o evento - mas os produtores das estrelas pornôs poderão fazer imagens para uso comercial.

Sara e Angelina esperam encontrar uma longa fila...

NBA



ALGUÉM PODE EXPLICAR "a direção da liga profissional de basquete dos EUA quer melar na Justiça o pagamento da dívida que Sara e Angelina têm com a torcida"?


Melar, melar,,, Mas não era justamente isso que elas pretendiam?


domingo, 1 de julho de 2012

A pergunta que não quer calar


Carol desconversou quando perguntada se o pai é algum dos nomes que já foram citados – além de Bruno Gagliasso, um playboy, um empresário e um lutador já foram apontados como pai do bebê.

Origem: blog Chongas




A pergunta que não quer calar


Dois umbigos? ? ?


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quinta-feira, 7 de junho de 2012

100 gay



Justiça proíbe paradas gays em Moscou pelos próximos 100 anos




Policiais prendem manifestantes que protestavam nesta terça-feira contra a aprovação do projeto de lei do lado de fora do Parlamento, em Moscou
Foto: Misha Japaridze / AP

100 gay



Nunca haverá uma parada do orgulho hetero...

Porque esse negócio de "orgulho isto ou aquilo" é coisa de veado!


domingo, 27 de novembro de 2011

Questão de gosto





Ainda vestidas, algumas jogadoras participaram do lançamento da competição. Foto: Reprodução


Depois do sucesso da Liga de Futebol Americano de Lingerie, os Estados Unidos provam, mais uma vez, que não há limites quando o assunto é esportes picantes. Para tentar dar uma forcinha para o basquete local, que vive uma crise há quase cinco meses, quando a NBA (Associação Nacional de Basquete) iniciou uma “greve”, um grupo de donos de boates de striptease criou a Liga de Basquete de Topless. Com os atributos das jogadores soltinhos e totalmente à mostra, a bola com certeza não vai ser a única coisa quicando em quadra!
Intitulada “Rick's Basketball League”, a competição será composta por bailarinas de 23 clubes de todo o país. Para quem está duvidando da capacidade dos times, a equipe de Nova York garante ter alguns trunfos na manga. Ainda não há previsão para o início dos jogos.
- As pessoas vão se surpreender quando dissermos quem será o nosso treinador. Ele foi um dos grandes jogadores da NBA - revelou Gianna, uma das dançarinas / jogadoras de Nova York, que se mostrou empolgada com a nova carreira: - Mal posso esperar para mostrar alguns dos meus movimentos!

Questão de gosto


E o pessoal ainda torce por um bando de marmanjos...


domingo, 16 de outubro de 2011

MAD



Zachary Quinto é Spock no filme 'Star Trek' (Foto: Divulgações)
 O ator norte-americano Zachary Quinto, de 34 anos, assumiu em entrevista para a revista "New York Magazine" ser homossexual. Ele ficou conhecido com o personagem Sylar, do seriado "Heroes" e como Spock, na nova versão para os cinemas de "Star Trek".